domingo, 21 de fevereiro de 2016

Urbem Spes - Cap 4 - A historia é escrita com sangue - parte 2

Devion se retira deixando apenas Alan e Leo na sala:
- Alan meu general, espero que realmente seja urgente, eu estava saboreando a nossa futura vitoria.
- Mestre, temos um problema e não é dos pequenos...

Urbem Spes - cap 4 - A historia é escrita com sangue - parte 1

Leo occidere estava impaciente, em 1500 anos de vida ele não tinha aprendido ainda o que é paciência, mas por regra dos vampiros, o vampiro mais velho está no comando, seu superior foi morto no primeiro ataque contra Gil Statera, um ataque fútil e inútil de um comandante inexperiente numa tentativa mais inútil ainda de roubar uma arma de destruição em massa, mas Leo sentia falta de sugar até a última gota de sangue de um saco de carne humana, essa falta os vampiros chamam de sede sanguinária, muitos vampiros não a suportavam e iam em direção de atacar os humanos, mas logo eram mortos pela desvantagem numérica. Leo estava preocupado, seu grande exercito de 2000 vampiros estava agora reduzido a 700, vampiros são estéreis, não podem ter filhos, a reprodução é algo impossível para eles diferente dos lobisomens que assim como animais selvagens se reproduzem feito loucos.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Urbem Spes - cap 3 - A vida so acaba quando deixamos acabar - parte 4

Um mês depois...
- Hoje é o dia da Assembleia geral entre os 3 lideres, preciso me preparar, Júlio hoje não treinarei com você, mas antes de tudo me siga – falou Artur para Júlio – tenho que mostrar para você algo importante.
- Diga meu pai, aonde iremos?

- Hoje é o dia que descobriremos as verdadeiras pretensões dos nossos honrados “Aliados”. Hoje descobriremos se teremos guerra ou paz, espero que você esteja pronto para o que vier...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Urbem Spes - cap 3 - A vida so acaba quando deixamos acabar - parte 3

Júlio ficou ali parado, paralisado, aquele corpo no chão, todo aquele sangue na parede e próximo ao seus pés, ele deve ter ficado ali por alguns minutos até recobrar a consciência e falar:
-Ele... Ele está... Ele está morto!?