criaturas eternas
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
sábado, 26 de janeiro de 2019
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Urbem Spes - Cap 4 - A historia é escrita com sangue - parte 2
Devion se
retira deixando apenas Alan e Leo na sala:
- Alan meu
general, espero que realmente seja urgente, eu estava saboreando a nossa futura
vitoria.
- Mestre,
temos um problema e não é dos pequenos...
Urbem Spes - cap 4 - A historia é escrita com sangue - parte 1
Leo occidere
estava impaciente, em 1500 anos de vida ele não tinha aprendido ainda o que é
paciência, mas por regra dos vampiros, o vampiro mais velho está no comando,
seu superior foi morto no primeiro ataque contra Gil Statera, um ataque fútil e
inútil de um comandante inexperiente numa tentativa mais inútil ainda de roubar
uma arma de destruição em massa, mas Leo sentia falta de sugar até a última
gota de sangue de um saco de carne humana, essa falta os vampiros chamam de
sede sanguinária, muitos vampiros não a suportavam e iam em direção de atacar
os humanos, mas logo eram mortos pela desvantagem numérica. Leo estava
preocupado, seu grande exercito de 2000 vampiros estava agora reduzido a 700,
vampiros são estéreis, não podem ter filhos, a reprodução é algo impossível
para eles diferente dos lobisomens que assim como animais selvagens se
reproduzem feito loucos.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Urbem Spes - cap 3 - A vida so acaba quando deixamos acabar - parte 4
Um mês depois...
- Hoje é o dia
da Assembleia geral entre os 3 lideres, preciso me preparar, Júlio hoje não
treinarei com você, mas antes de tudo me siga – falou Artur para Júlio – tenho
que mostrar para você algo importante.
- Diga meu
pai, aonde iremos?
- Hoje é o
dia que descobriremos as verdadeiras pretensões dos nossos honrados “Aliados”.
Hoje descobriremos se teremos guerra ou paz, espero que você esteja pronto para
o que vier...
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Urbem Spes - cap 3 - A vida so acaba quando deixamos acabar - parte 3
Júlio ficou
ali parado, paralisado, aquele corpo no chão, todo aquele sangue na parede e
próximo ao seus pés, ele deve ter ficado ali por alguns minutos até recobrar a
consciência e falar:
-Ele... Ele
está... Ele está morto!?
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